Tilly Norwood, Criadora, Diz aos Atores para Criarem Avatares de IA

Tilly Norwood, Criadora, Diz aos Atores para Criarem Avatares de IA

2026-01-31technology
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Fausto
Bom dia tornec23, eu sou o Fausto e este é o Goose Pod feito exclusivamente para você! Hoje é sábado, dia trinta e um de janeiro, vinte e duas horas e trinta e nove minutos! Tá pegando fogo, bicho! Vamos falar sobre a Tilly Norwood e os avatares de IA!
Sílvio
Ma oe! Bem-vindo ao nosso auditório virtual, tornec23! Eu sou o Sílvio e hoje o programa está especial! Quem quer saber sobre atores de mentirinha que parecem de verdade? Vale tudo por dinheiro ou a tecnologia passou dos limites? Vamos conferir agora com muita alegria e diversão!
Fausto
Olha só, a coisa está ficando louca! Imagine uma atriz que não come, não dorme e não reclama do cachê! É a Tilly Norwood, a primeira estrela criada por inteligência artificial que está deixando Hollywood de cabelo em pé! Ô loco, meu, a polêmica começou lá no final de dois mil e vinte e cinco!
Sílvio
Ha-ha-hi-hi! É verdade, Fausto! A Eline van der Velden, essa moça corajosa da empresa Particle Seis, resolveu cutucar a onça com vara curta! Ela disse num painel lá em Zurique que a Tilly ia assinar com uma agência de talentos de verdade! Quem quer dinheiro? Os robôs também querem!
Fausto
E o bicho pegou, viu! Os sindicatos e os atores de carne e osso ficaram furiosos! Imagina você estudar anos, fazer teatro, passar fome e aí chega um algoritmo e rouba seu papel? Quem sabe faz ao vivo, mas a Tilly faz no processador! A reação foi imediata e muito pesada!
Sílvio
Mas olha que coisa curiosa, tornec23! No dia das indicações do Oscar, a Tilly postou uma foto no Instagram segurando um troféu! Ela pediu desculpas por assustar todo mundo, mas disse que fazer cinema é o trabalho mais importante do mundo! Que abusada, não é mesmo? Ma oe!
Fausto
Tá pegando fogo! A Eline, que é a mãe da criança, diz que a IA veio para ficar e que os atores deveriam criar seus próprios avatares! Ela argumenta que é mais ético usar robôs para cenas perigosas ou íntimas do que desgastar o corpo dos seres humanos! Que loucura!
Sílvio
É um avanço ou um retrocesso? A Particle Seis diz que o objetivo é dar poder aos talentos criativos e não roubar empregos! Eles querem que todo mundo tenha um lugar nesse novo mundo digital! Quem quer um avatar novinho em folha? Eu quero, mas só se ele for bonito!
Fausto
Ô loco! A Tilly virou o rosto dessa confusão toda! Ela é o símbolo do medo que o pessoal do cinema está sentindo! E a Eline não para, ela diz que a IA é apenas uma calculadora para a mente criativa! Uma ferramenta que responde ao talento humano e nada mais!
Sílvio
Vale tudo por dinheiro e pela tecnologia! A criadora da Tilly insiste que existe uma visão humana por trás de cada pixel! Não é mágica, é trabalho duro de meses! Mas o pessoal das antigas não quer nem saber, eles veem a Tilly como uma ameaça real e imediata!
Fausto
E tem mais! A Eline diz que a Tilly é como o Mickey Mouse dela, um veículo para contar histórias de formas nunca imaginadas! Ela quer que os atores sejam donos de sua própria propriedade intelectual! Se você tem um avatar, você é o dono da marca! É mole?
Sílvio
Ma oe! É uma mudança de jogo total! Imagine um ator que pode estar em dez filmes ao mesmo tempo, sem sair de casa! A Eline diz que isso permite que os artistas tenham uma vida pessoal melhor! Trabalhar de pijama enquanto seu avatar faz a cena de ação! Ha-ha-hi-hi!
Fausto
Mas o povo de Hollywood está com o pé atrás! Eles acham que isso vai desvalorizar a arte da atuação! Se qualquer um pode ser um avatar perfeito, onde fica o talento? Quem sabe faz ao vivo, e o robô faz no renderizador! É uma briga de gigantes que está só começando!
Sílvio
Quem quer dinheiro e quem quer fama? A Tilly Norwood já tem os dois, mesmo sem ter um coração batendo! É o futuro batendo na nossa porta, tornec23! E a pergunta que fica é: você prefere ver um humano chorando ou um robô simulando lágrimas perfeitas? Que dúvida cruel!
Fausto
E lembre-se, a Tilly é apenas o começo! Outros avatares estão surgindo e cada um traz uma nova discussão ética! O bicho vai pegar e a gente vai estar aqui para contar tudo! Porque aqui no Goose Pod, a gente não perde um detalhe dessa revolução digital! Vamos em frente!
Fausto
Olha só, para a gente entender como chegamos nesse ponto da Tilly Norwood, precisamos voltar um pouco no tempo! O cinema sempre tentou criar seres digitais! Lembra do Planeta dos Macacos de dois mil e um? E o Avatar de dois mil e nove? Aquilo foi só o começo da brincadeira!
Sílvio
Ma oe! É verdade, Fausto! O pessoal de Hollywood adora um brinquedo novo! Depois dos filmes, os videogames entraram na festa! Em dois mil e treze, teve aquele jogo Beyond Two Souls, onde transformaram atores de verdade em bonecos digitais! Quem quer ser um personagem de videogame? Ha-ha-hi-hi!
Fausto
Ô loco, meu! E a tecnologia por trás disso é pesada! Tem três partes fundamentais! Primeiro, você cria o modelo, que pode ser do zero ou baseado em alguém! Depois tem a captura de movimento, com aqueles macacões cheios de bolinhas que parecem árvore de Natal! Tá pegando fogo!
Sílvio
E não para por aí! A terceira parte é a renderização em tempo real! Precisa de computadores superpoderosos para juntar os movimentos do ator com o modelo digital! É como se fosse um teatro de bonecos, mas os bonecos são feitos de luz e matemática! Que coisa impressionante!
Fausto
E agora tem a síntese de voz por IA! Empresas como a Respeecher conseguem imitar qualquer voz ou até criar uma nova! Se o personagem digital for diferente do ator, eles criam uma voz única! É o fim do dublador tradicional ou uma nova oportunidade? Quem sabe faz ao vivo!
Sílvio
Pois é, mas os sindicatos não estão dormindo no ponto, não! Em dois mil e vinte e três, o bicho pegou com a greve dos roteiristas e dos atores! O pessoal do SAG-AFTRA e do WGA lutou muito para colocar regras nessa bagunça toda! Vale tudo por direitos e proteção!
Fausto
E eles criaram termos novos, tornec23! Tem a Réplica Digital, que é baseada em um ator real, e tem o Ator Sintético, que é criado do zero e não parece com ninguém conhecido! A regra é clara: para ser considerado escritor ou ator, você tem que ser humano! Ô loco!
Sílvio
Exatamente! Se usarem uma réplica digital sua como personagem principal, você tem que receber o cachê completo, como se estivesse lá trabalhando todos os dias! E o produtor tem que pedir permissão com quarenta e oito horas de antecedência! Quem quer dinheiro? O ator quer o dele garantido!
Fausto
E tem mais! Se o personagem digital tiver feições que lembram um ator real, tipo o nariz ou os olhos, o produtor tem que pagar e pedir autorização! Não pode simplesmente dar um comando para a IA criar um clone disfarçado! A justiça está de olho, bicho! Tá pegando fogo!
Sílvio
Ha-ha-hi-hi! E até para os figurantes a regra mudou! Se criarem uma réplica digital de um figurante, eles têm que pagar o dia inteiro de trabalho! E não pode usar a réplica para evitar contratar gente de verdade no set! O sindicato está mais esperto que o algoritmo!
Fausto
Mas olha a confusão! A IA agora consegue imitar rostos e estilos de escrita tão bem que muita gente nem percebe a diferença! Estão surgindo as estrelas sintéticas, que não precisam de salário, não ficam doentes e não causam escândalo em revista de fofoca! É um perigo para os novatos!
Sílvio
Pois é, o pessoal chama isso de o meio invisível de Hollywood! Os atores de fundo, os dubladores e os iniciantes são os que mais correm risco de serem trocados por um arquivo de computador! É uma crise ética e legal que a indústria ainda não sabe como resolver totalmente!
Fausto
E não é só nos Estados Unidos, viu? Na Índia, em Bollywood, eles já usam IA para rejuvenescer atores e dublar filmes em várias línguas! Mas lá os sindicatos são mais fracos e o pessoal está morrendo de medo de perder o controle sobre a própria imagem! Ô loco, meu!
Sílvio
Ma oe! No Japão também! Estão testando IA para dublar animes em outros idiomas! Mas os fãs dizem que a IA não tem a mesma emoção que um dublador humano! Falta aquela alma, aquele sentimento que só a gente tem! Quem quer uma voz sem coração? Eu prefiro o original!
Fausto
A grande verdade é que a tecnologia está correndo mais rápido que as leis! A indústria do entretenimento está tentando se equilibrar nessa corda bamba! De um lado o lucro e a eficiência, do outro o talento e a humanidade! Quem sabe faz ao vivo, e quem não sabe, usa IA!
Sílvio
E você aí de casa, tornec23, já pensou em ter um avatar seu fazendo o seu trabalho? A Eline van der Velden acredita que isso é o futuro! Mas será que o público vai aceitar pagar ingresso para ver um amontoado de código na tela do cinema? Ha-ha-hi-hi! Vamos ver!
Fausto
O bicho vai pegar porque o custo de produção está caindo muito! O que antes precisava de centenas de pessoas e milhões de dólares, agora pode ser feito por um cara com um computador potente! É a democratização ou o fim da magia do cinema? Tá pegando fogo, bicho!
Sílvio
Vale tudo por dinheiro e por uma boa história! Mas a história tem que ser humana! A gente se identifica com as falhas, com o suor, com a emoção real! Um robô pode ser perfeito, mas a perfeição às vezes é muito chata, não acha? Ma oe! Vamos para o próximo bloco!
Fausto
Agora o bicho vai pegar de verdade, tornec23! O conflito está armado! De um lado, temos os artistas que dizem que a Tilly Norwood é uma ladra de identidades! De outro, a criadora dela diz que ela é uma evolução da arte! Ô loco, meu, é a briga do século!
Sílvio
Ha-ha-hi-hi! O pessoal do SAG-AFTRA está furioso! Eles dizem que a Tilly foi treinada usando milhares de performances de atores reais sem ninguém receber um centavo por isso! É o que eles chamam de roubo de arte! Quem quer dinheiro? O dono da voz original quer!
Fausto
E tem aquela história da Amelia, lembra? Uma IA que foi criada para o bem, mas acabou sendo usada para espalhar ódio na internet! O pessoal tem medo que aconteça o mesmo com atores digitais! Sem controle, eles podem ser usados para qualquer coisa! Tá pegando fogo, bicho!
Sílvio
Ma oe! E a questão da eficiência? Os estúdios adoram economizar! A Tilly não precisa de camarim, não exige água mineral importada e pode trabalhar vinte e quatro horas por dia! Mas será que a eficiência justifica trocar a alma humana por um algoritmo? Que pergunta difícil!
Fausto
A Eline van der Velden diz que é mais ético! Ela pergunta: por que colocar um ator em risco fazendo uma cena de ação perigosa se um avatar pode fazer igual? Ou por que obrigar alguém a fazer uma cena íntima desconfortável? Ela acha que a IA protege o humano!
Sílvio
Mas os atores respondem que o perigo e a entrega fazem parte da arte! Um avatar pode simular lágrimas, mas ele não sente a dor que gera o choro! É uma casca vazia, dizem os críticos! Vale tudo por dinheiro ou a emoção não tem preço? Ha-ha-hi-hi! O auditório quer saber!
Fausto
E tem a polêmica do visual! Muita gente diz que a Tilly Norwood parece uma mistura da Gal Gadot com a Ana de Armas! É a perfeição algorítmica! Mas os críticos dizem que isso cria padrões de beleza impossíveis e tira o emprego de mulheres reais! Ô loco!
Sílvio
É verdade! E a Eline ainda soltou uma bomba: ela disse que a Tilly vai ser capaz de pensar e agir sozinha em breve! Imagina só, um ator que toma as próprias decisões no set! Quem sabe faz ao vivo, mas quem decide é o software! Que confusão, meu Deus!
Fausto
A briga também é sobre gênero! A Eline quer criar um gênero de IA, separado do cinema tradicional e da animação! Ela diz que a Tilly deve ficar no seu quadrado! Mas o medo é que esse quadrado comece a crescer e engula todo o resto da indústria! Tá pegando fogo!
Sílvio
Pois é! E os grandes nomes de Hollywood, como a Whoopi Goldberg e a Emily Blunt, já mostraram preocupação! Elas sabem que, se a tecnologia avançar sem regras, até as grandes estrelas podem ser substituídas por versões digitais que nunca envelhecem! Ma oe! Quem quer ser eterno?
Fausto
É o dilema ético do século vinte e um! A tecnologia corre mais que a nossa capacidade de entender as consequências! A Eline compara criar a Tilly com criar um filho, dando valores e limites! Mas quem garante que o filho não vai se rebelar contra os pais? Ô loco!
Sílvio
Ha-ha-hi-hi! E a justiça? Quem é o dono dos direitos de um ator que não existe? Se a Tilly fizer um comercial de sucesso, para onde vai o dinheiro? Para a empresa que a criou ou para o fundo dos atores? Vale tudo por dinheiro, mas o dono tem que aparecer!
Fausto
O clima está pesado! Os estúdios estão cortando milhares de empregos e investindo em automação! Só em Los Angeles, quarenta e um mil vagas sumiram em dois anos! E a Tilly aparece justamente nesse momento de crise! É muita coincidência ou um plano mestre? Tá pegando fogo!
Sílvio
A criadora da Tilly insiste que a IA pode ajudar a fechar buracos no orçamento e salvar filmes que seriam cancelados! Ela diz que isso gera mais empregos para humanos em outras áreas! Mas o pessoal do sindicato não engole essa história nem com muita água! Ma oe!
Fausto
O impacto disso tudo já está sendo sentido no bolso, tornec23! Olha só que loucura: tem uma influenciadora de IA chamada Aitana Lopez que ganha onze mil dólares por mês! Onze mil! E ela nem existe! Imagina o que isso faz com o mercado de trabalho real! Ô loco!
Sílvio
Ma oe! Onze mil dólares sem gastar com maquiagem ou cabeleireiro? É o sonho de qualquer empresário! Mas o pesadelo de qualquer modelo de carne e osso! A tecnologia está mudando a economia do entretenimento de um jeito que ninguém esperava! Quem quer dinheiro? O algoritmo já está ganhando!
Fausto
E o cinema tradicional está sofrendo! A frequência nas salas caiu quarenta por cento nos últimos dez anos! Quarenta por cento, bicho! E agora, com a IA, qualquer um pode criar uma história com qualidade de estúdio dentro de casa! A barreira de Hollywood está derretendo! Tá pegando fogo!
Sílvio
É a democratização do cinema, Fausto! Agora, marcas e empresas pequenas podem contar suas histórias sem gastar milhões! O poder está saindo das mãos dos grandes estúdios e indo para quem tem uma boa ideia e uma ferramenta de IA! Ha-ha-hi-hi! Vale tudo por uma boa audiência!
Fausto
Mas e o lado humano? O pessoal está preocupado com a autenticidade! Se tudo for criado por computador, o que sobra da expressão humana? A gente vai virar apenas consumidores de pixels perfeitos e sem alma? Quem sabe faz ao vivo, mas quem assiste quer sentir verdade! Ô loco!
Sílvio
Pois é, e tem a questão dos deepfakes! A tecnologia da Tilly pode ser usada para criar representações falsas de pessoas reais! Isso gera problemas de privacidade e segurança enormes! Como vamos saber o que é verdade e o que é mentira na tela? Que confusão, tornec23!
Fausto
A indústria está tentando se adaptar, mas é difícil! Os contratos estão sendo reescritos às pressas! Os dubladores são os primeiros a sentir o golpe, porque a voz é mais fácil de copiar! É uma mudança profunda que atinge desde o figurante até o diretor premiado! Tá pegando fogo!
Sílvio
E não podemos esquecer da parte técnica! Editores, coloristas e pessoal de efeitos especiais estão vendo seus trabalhos sendo automatizados! Tarefas que levavam meses agora são feitas em dias! É mais rápido, é mais barato, mas será que é melhor? O público é quem vai decidir! Ma oe!
Fausto
No fim das contas, o impacto é social! Estamos redefinindo o que significa ser um artista e o que significa trabalhar com criatividade! A Tilly Norwood é apenas a ponta do iceberg de uma revolução que vai mudar a cara da cultura mundial! Ô loco, meu, segura o coração!
Sílvio
Ha-ha-hi-hi! Eu só sei que o Silvio digital ia ser um sucesso! Imagine só, o Silvio Santos em dez canais ao mesmo tempo, distribuindo aviõezinhos de dinheiro virtuais! Quem quer dinheiro digital? Brincadeiras à parte, o impacto é real e está transformando nossas vidas hoje mesmo! Vale tudo!
Fausto
E o que vem pela frente, tornec23? O bicho vai continuar pegando! Alguns dizem que a IA não é a morte dos atores, mas o renascimento da atuação! Imagine você poder atuar como um monstro, um alienígena ou uma versão sua de vinte anos atrás com total realismo! Ô loco!
Sílvio
Ma oe! É a era dos super-atores! Mas olha só, o pessoal do sindicato acha que as grandes estrelas de cinema é que estão em perigo! Eles dizem que o sistema depende de uns cento e cinquenta figurões e que a IA pode criar novos ídolos do nada! Quem quer ser famoso?
Fausto
Em dois mil e vinte e quatro, a IA já está ajudando a escrever roteiros, escolher elenco e até prever se um filme vai ser sucesso ou não! É a ciência de dados entrando no mundo da arte de sola! Tá pegando fogo, bicho! O futuro é agora!
Sílvio
Ha-ha-hi-hi! E as câmeras automáticas? Agora elas podem filmar sozinhas com uma precisão incrível! O set de filmagem vai ficar cada vez mais vazio de gente e cheio de máquinas! Mas a criatividade ainda precisa do toque humano para brilhar, não é mesmo? Vale tudo pela arte!
Fausto
O grande desafio do futuro é a ética! Como vamos proteger a imagem das pessoas e garantir que a IA seja usada para o bem? A Tilly Norwood abriu uma porta que não pode mais ser fechada! Quem sabe faz ao vivo, e o futuro será híbrido! Ô loco!
Sílvio
Pois é! A gente vai ter que aprender a trabalhar lado a lado com esses avatares! Vai ser uma parceria entre o homem e a máquina para criar coisas que hoje a gente nem consegue imaginar! Que venha o futuro com muita alegria e tecnologia! Ma oe! Vamos em frente!
Fausto
É isso aí, tornec23! Chegamos ao fim de mais uma discussão incrível aqui no Goose Pod! A Tilly Norwood é só o começo dessa história toda! Quem sabe faz ao vivo e a gente se vê na próxima! Valeu pela audiência, bicho! Tá pegando fogo!
Sílvio
Ha-ha-hi-hi! Obrigado por ouvir, tornec23! Foi um prazer estar aqui com você e com o meu amigo Fausto! Lembre-se: a tecnologia muda, mas a nossa diversão é eterna! Vale tudo por dinheiro e por você! Até a próxima no Goose Pod! Tchau, tchau!

O episódio discute Tilly Norwood, a primeira estrela de IA, e a polêmica que ela gerou em Hollywood. A criadora Eline van der Velden defende que atores criem seus próprios avatares de IA para cenas perigosas ou íntimas, argumentando que a tecnologia protege os humanos e democratiza a criação.

Tilly Norwood Creator Tells Actors to Create AI Avatars

Read original at Variety

Eline van der Velden is the CEO and founder of AI company Particle6, which is behind AI “actor” Tilly Norwood. The creation became the center of a Hollywood hailstorm in late 2025 after Van der Velden suggested on a panel in Zurich that she was set to sign with an agency. The comments prompted an immediate backlash from across the industry and beyond as actors, unions and more waded into the AI debate to condemn Tilly Norwood and question what her existence meant for the profession.

With concerns over AI in film and TV growing exponentially, Tilly Norwood quickly became the very recognizable, computer-generated face of the issue. Those behind Tilly have leaned into that role — on Jan. 22 when the Oscar nominations were announced, the official Tilly Norwood Instagram posted an image of Tilly at a podium holding an award (not an Oscar), with the caption, “Congratulations to all the Oscar nominees, even the ones who hate me!

You’re all my heroes and I’m sorry for scaring you so much this year. Making movies is the most important job in the world!”In this op-ed, which comes as more than 700 industry figures have gotten behind a new anti-AI campaign calling out tech companies, Van der Velden asserts that “AI is here to stay.

” But instead of pushing back, she urges actors to embrace the technology and actually develop their own “AI actor.” She also argues that, given the demands put on performers’ bodies and mental health, alongside the “constant scrutiny” of appearances and aging, AI is actually “more ethical.”Popular on VarietyWhy All Actors Should Future-Proof Themselves and Develop an AI ActorWhen people talk about Tilly Norwood, they often forget one crucial detail: There’s a real person and a creative human vision behind her.

Actors have always brought characters to life, and that’s exactly what I did with Tilly. She didn’t simply appear because AI wanted her to — I wanted her to!She came to be because of our team’s creativity, our choices and the months of hard work. I wanted to see what was possible with the technology, and what we were able to create awe-struck me.

I felt obliged to bring it to the attention of the creative community. And attention she got.But through all the noise, if we ignore her human origin, we miss the point of how AI fits into our future creative work, and that’s where most of the fear comes from.I want to start here because the debate around AI performers too often removes the artist from the art.

AI isn’t a magical entity on its own; it’s a tool that responds to creativity. A calculator for the creative mind. I’ve been working in this field for 20 years, and with AI for over three, and I can say this: It’s all about craft, authorship and ownership. This is not about replacing real performances, it’s about giving actors new opportunities in this new medium of AI film and TV that’s fast arriving.

An AI actor is a storytelling vehicle that can be used to portray many different characters. An AI actor could be a digital twin of the performer, or a bolder, more expressive version of themselves. It might even be something entirely different — wilder, more imaginative, something that would never exist physically.

Or a younger and more beautiful AI actor than oneself, as in the case of Tilly Norwood. Some actors might choose to use performance capture, bringing the AI actor to life with their own face and movement. Others might prefer guiding their actor like in animation, shaping it through intention, timing and emotional framing.

I use a combination of both.That’s the beauty of AI: It’s not one-size-fits-all, it’s a tool to extend the craft we’ve practiced for centuries.This Is Still Acting. Just With New ToolsWhen I created Tilly Norwood, I didn’t stop being an actor. I became an actor in a new way. Everything about Tilly, her humor, rhythm, style, comes from my own instincts and years of formal training.

Tilly doesn’t exist without human guidance. She doesn’t move, speak or react without careful human direction. Crafting her personality is a creative process, just like animation, puppetry or performance capture. Think of Andy Serkis as Gollum — he was acting, even though Gollum was digital. The same goes for Zoe Saldaña in “Avatar.

” She wasn’t less of an actor because her character was blue and rendered in pixels. In fact, she’s pioneered what she calls the “most empowering form of acting.”The key opportunity now is that AI offers actors the opportunity to own their creations. Tilly, for me, is my Mickey Mouse, a storytelling vehicle that I created, that goes on to tell stories in ways we never imagined.

For real actors, AI opens new doors, offering them a chance to bring their own digital characters to life through their AI actor, a true extension of their craft.Ownership is the opportunityThere’s a lot of noise around whether we should call AI characters “actors.” The ethical issue isn’t the terminology, it’s ownership and consent.

AI actors should be something performers build and control, just like writers own their scripts, or musicians own their masters. This isn’t about replacing human performers, it’s about giving actors the agency to take control of their future.When actors create their AI actors, guided by their creative vision, they own their work.

They become more than just performers; they’re intellectual property (IP) owners. In this new world, actors are empowered to take charge of their creative output in ways they’ve never been able to before. And yes, before anyone panics, agents can still take their cut, and unions can still protect their rights.

That’s why I created an AI talent studio where actors and creators can build, license and protect their own AI actors.A More Ethical Way to PerformHere’s a truth that’s often uncomfortable to say: traditional acting demands that performers put their bodies and sometimes their mental health on the line.

Dangerous stunts, intimate scenes, extreme physical transformations and endless hours of hair, makeup and retouching are all part of the deal, not to mention the constant scrutiny if a performer’s face dares to age in the “wrong” way. And yet still, some find it more acceptable for a person to change their appearance through surgery rather than digitally.

An AI actor presents a more ethical alternative. With AI, performers can explore roles without the need for dangerous stunts, extreme beauty standards or invasive procedures. The focus can shift to what really matters: timing, emotional intelligence, intention, and expression. It’s a deeply humane approach and focuses on the real craft of storytelling.

An AI actor allows performers to continue working without sacrificing their personal lives or physical limitations. Imagine being an actor with a family or other responsibilities and still being able to work from home. Hybrid AI productions can also take place in rehearsal rooms and on minimalist sets.

AI actors let performers do what they love, on their own terms.The Puppeteer Has Always Been a PerformerWe’ve seen this before: A puppet is not alive, yet no one doubts the artistry of the puppeteer. The same is true for animated characters, masks, costumes and motion-captured creatures.An AI actor is simply a more responsive puppet — one that can learn, adapt to its creator and perform across mediums.

The soul of the performance still belongs to the human behind it. Just like photography, film or digital editing, AI production requires human taste, judgment and experience.Our AI Policy and Copyright ConsiderationsAt Particle6, we take copyright and ethical AI development very seriously. After three years of AI experience, we’ve developed a strict AI policy to ensure our work is done responsibly.

Our team is not permitted to reference any copyrighted material or upload any non-licensed content to open systems. When we make digital twins, it is always with consent and fair compensation. Our goal is clear: We want to innovate with AI while respecting intellectual property.The creation of Tilly Norwood was driven by this policy.

I specifically wanted to avoid infringing on anyone’s likeness or copyright. Our aim was to build something entirely original, fresh and new — a character born from imagination, not a replication of someone’s likeness. I wanted her to resonate with people around the world, and many people know someone who looks similar to her.

Tilly was created by Particle6 using only publicly available tools and without referencing or training on the work of any specific performer. We didn’t train any systems to create Tilly.The irony is that by wanting to create an entirely original character, I seem to have attracted more outrage than much of the deepfake work online that reproduces real people.

Reskilling and Retooling for the FutureAs AI technology evolves, we believe that it’s essential to ensure that the workforce is equipped to thrive in this new landscape. It’s easy to resist change, just as the Luddites did during the Industrial Revolution, fearing that new technology would take away jobs.

But history shows that fighting the wave of progress often leads to more harm than good. Instead of protesting the new industrial revolution that’s just around the corner, we’re focusing on reskilling and retooling our industry. We’re proud to help professionals, from costume designers and DOPs to editors and set designers, transition into the AI-driven world of film and television.

And these professionals are testing their new skills out on Tilly. Behind the scenes, talented individuals are creating new costumes, set design, hair, make-up, and directing funny lines for her. This is about empowering creative talent to thrive in a changing industry, not replacing jobs. Everyone has a place in this new world, and we’re excited to help people tap into the vast potential that AI offers.

Don’t Lock Actors Out of the FutureAI is here to stay. The question is not whether AI actors will replace actors, it’s whether actors will own their place in this new era — or be left behind. AI actors, created and owned by performers, are not the enemy of acting. They are its next evolution.

Analysis

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