What happened
Today's podcast discussed 無職・実家暮らしのZ世代、消費を120億ドル押し下げ related topics, providing deep analysis and insights.
A Geração Z não está bem — esse é o diagnóstico oficial da Oxford Economics após uma profunda análise das perspectivas econômicas desse grupo. De fato, o mercado de trabalho travado — sem contratações nem demissões —, moradia cara e baixo crescimento salarial apontam para um cenário em que os trabalhadores mais jovens podem enfrentar “cicatrizes de longo prazo”, segundo estudo.
Mas o futuro sombrio da Geração Z não afeta apenas esses jovens — está tendo consequências mais amplas na economia como um todo. Um novo relatório da Oxford Economics revela não apenas o nível de atividade perdido porque a Geração Z não consegue entrar no mercado de trabalho, mas também o impacto financeiro de ainda viver com os pais — e, como resultado, consumir menos.
Leia também: Geração Z economiza no produto de limpeza para gastar na cerveja Leve seu negócio para o próximo nível com os principais empreendedores do país! O relatório, intitulado “As coisas não vão bem com os jovens”, descreve como US$ 12 bilhões por ano são perdidos porque os mais novos gastam menos com moradia, transporte e alimentação ao continuar vivendo na casa da família.
Um dos principais fatores que determinam as perspectivas da Geração Z é o mercado de trabalho, onde a taxa de contratação está em queda desde 2022 e agora registra 3,2%, bem abaixo da média histórica e semelhante ao período da pandemia de covid.“Para os jovens trabalhadores, o estado do mercado de trabalho é a peça mais importante do quebra-cabeça para determinar a saúde econômica geral, já que esses indivíduos ainda não tiveram a oportunidade de acumular riqueza”, escreve a economista associada Grace Zwemmer.
Continua depois da publicidade “Jovens trabalhadores são mais vulneráveis a recessões, e um mercado de trabalho fraco pode ter impacto negativo duradouro no crescimento salarial e no potencial de ganhos.”Candidatos da Geração Z — atualmente entre 13 e 28 anos — enfrentam múltiplas barreiras para conseguir um emprego.
Com as contratações em queda, o desemprego cresce especialmente rápido entre os menos experientes: a taxa de desemprego entre jovens de 16 a 24 anos está bem acima da média nacional. Enquanto o índice geral dos EUA gira em torno de 4% (média móvel de três meses), quem tem entre 16 e 19 anos enfrenta 14%, e aqueles entre 19 e 24 anos ficam em cerca de 9%, segundo dados da Oxford.
Ao analisar os motivos para o desemprego da Geração Z em 2025, surgem três categorias principais: recém-formados tentando entrar no mercado, jovens que perderam empregos temporários e aqueles que foram demitidos. “Quando as condições do mercado de trabalho pioram, os jovens são geralmente os primeiros a serem dispensados”, acrescenta Zwemmer.
Além disso, um mercado apertado significa que, mesmo aqueles que arranjam um emprego não conseguem pular de uma empresa para outra para aumentar renda e experiência. “Normalmente, trabalhadores jovens se beneficiam de um crescimento salarial acima da média no início da carreira, já que o aprendizado rápido de novas habilidades ajuda nas promoções, e a maior mobilidade permite trocar de empregador para obter aumentos mais expressivos em menos tempo”, explicou a economista.
Continua depois da publicidade “Mas isso não está acontecendo neste ciclo. Ao contrário: a mobilidade ascendente estagnou, e o crescimento salarial caiu com mais força entre os trabalhadores de 16 a 24 anos.”Fundamentos frágeisEssa dificuldade de ingresso ou progressão no mercado faz com que a Geração Z se comporte de forma diferente das gerações anteriores na mesma idade.
Sem emprego estável, muitos não têm condições financeiras de sair da casa dos pais e começar a pagar aluguel, contas e supermercado.“Estimamos que haja 1 milhão a mais de jovens adultos entre 22 e 28 anos vivendo com os pais do que antes da pandemia”, disse Zwemmer, acrescentando que dados do Federal Reserve de Nova York sugerem que essa redução de consumo equivale a US$ 12 bilhões.
Continua depois da publicidade Para quem tem esperança de independência futura, há um alento: os millennials passaram por algo parecido. Segundo o estudo, durante a Grande Recessão, a proporção de jovens de 22 a 28 anos vivendo com os pais subiu de 27% para 32% e permaneceu elevada por anos — “um sinal dos efeitos permanentes de salários baixos no início da carreira e de condições de crédito mais restritas”.
Ainda assim, em 2025, 55% dos millennials possuem casa própria — mesmo com preços recordes e juros altos mantidos pela política do Federal Reserve.Mas, até que haja algum alívio no mercado, a preocupação da Geração Z é compreensível. Continua depois da publicidade “Uma pior percepção das condições de trabalho — que para jovens adultos é o principal determinante do bem-estar financeiro — está tornando essa geração mais pessimista e pode deixá-la mais cautelosa com o consumo”, concluiu Zwemmer.
2025 Fortune Media IP Limited
Source coverage
Este resumo apresenta as principais conclusões de um estudo da Oxford Economics, intitulado “As coisas não vão bem com os jovens”, publicado em 18 de novembro de 2025, que analisa as perspectivas econômicas da Geração Z. A análise, divulgada pelo InfoMoney, aponta para um cenário preocupante para os jovens, com...
---
Full source content
A Geração Z não está bem — esse é o diagnóstico oficial da Oxford Economics após uma profunda análise das perspectivas econômicas desse grupo. De fato, o mercado de trabalho travado — sem contratações nem demissões —, moradia cara e baixo crescimento salarial apontam para um cenário em que os trabalhadores mais jovens podem enfrentar “cicatrizes de longo prazo”, segundo estudo.
Mas o futuro sombrio da Geração Z não afeta apenas esses jovens — está tendo consequências mais amplas na economia como um todo. Um novo relatório da Oxford Economics revela não apenas o nível de atividade perdido porque a Geração Z não consegue entrar no mercado de trabalho, mas também o impacto financeiro de ainda viver com os pais — e, como resultado, consumir menos.
Leia também: Geração Z economiza no produto de limpeza para gastar na cerveja Leve seu negócio para o próximo nível com os principais empreendedores do país! O relatório, intitulado “As coisas não vão bem com os jovens”, descreve como US$ 12 bilhões por ano são perdidos porque os mais novos gastam menos com moradia, transporte e alimentação ao continuar vivendo na casa da família.
Um dos principais fatores que determinam as perspectivas da Geração Z é o mercado de trabalho, onde a taxa de contratação está em queda desde 2022 e agora registra 3,2%, bem abaixo da média histórica e semelhante ao período da pandemia de covid.“Para os jovens trabalhadores, o estado do mercado de trabalho é a peça mais importante do quebra-cabeça para determinar a saúde econômica geral, já que esses indivíduos ainda não tiveram a oportunidade de acumular riqueza”, escreve a economista associada Grace Zwemmer.
Continua depois da publicidade “Jovens trabalhadores são mais vulneráveis a recessões, e um mercado de trabalho fraco pode ter impacto negativo duradouro no crescimento salarial e no potencial de ganhos.”Candidatos da Geração Z — atualmente entre 13 e 28 anos — enfrentam múltiplas barreiras para conseguir um emprego.
Com as contratações em queda, o desemprego cresce especialmente rápido entre os menos experientes: a taxa de desemprego entre jovens de 16 a 24 anos está bem acima da média nacional. Enquanto o índice geral dos EUA gira em torno de 4% (média móvel de três meses), quem tem entre 16 e 19 anos enfrenta 14%, e aqueles entre 19 e 24 anos ficam em cerca de 9%, segundo dados da Oxford.
Ao analisar os motivos para o desemprego da Geração Z em 2025, surgem três categorias principais: recém-formados tentando entrar no mercado, jovens que perderam empregos temporários e aqueles que foram demitidos. “Quando as condições do mercado de trabalho pioram, os jovens são geralmente os primeiros a serem dispensados”, acrescenta Zwemmer.
Além disso, um mercado apertado significa que, mesmo aqueles que arranjam um emprego não conseguem pular de uma empresa para outra para aumentar renda e experiência. “Normalmente, trabalhadores jovens se beneficiam de um crescimento salarial acima da média no início da carreira, já que o aprendizado rápido de novas habilidades ajuda nas promoções, e a maior mobilidade permite trocar de empregador para obter aumentos mais expressivos em menos tempo”, explicou a economista.
Continua depois da publicidade “Mas isso não está acontecendo neste ciclo. Ao contrário: a mobilidade ascendente estagnou, e o crescimento salarial caiu com mais força entre os trabalhadores de 16 a 24 anos.”Fundamentos frágeisEssa dificuldade de ingresso ou progressão no mercado faz com que a Geração Z se comporte de forma diferente das gerações anteriores na mesma idade.
Sem emprego estável, muitos não têm condições financeiras de sair da casa dos pais e começar a pagar aluguel, contas e supermercado.“Estimamos que haja 1 milhão a mais de jovens adultos entre 22 e 28 anos vivendo com os pais do que antes da pandemia”, disse Zwemmer, acrescentando que dados do Federal Reserve de Nova York sugerem que essa redução de consumo equivale a US$ 12 bilhões.
Continua depois da publicidade Para quem tem esperança de independência futura, há um alento: os millennials passaram por algo parecido. Segundo o estudo, durante a Grande Recessão, a proporção de jovens de 22 a 28 anos vivendo com os pais subiu de 27% para 32% e permaneceu elevada por anos — “um sinal dos efeitos permanentes de salários baixos no início da carreira e de condições de crédito mais restritas”.
Ainda assim, em 2025, 55% dos millennials possuem casa própria — mesmo com preços recordes e juros altos mantidos pela política do Federal Reserve.Mas, até que haja algum alívio no mercado, a preocupação da Geração Z é compreensível. Continua depois da publicidade “Uma pior percepção das condições de trabalho — que para jovens adultos é o principal determinante do bem-estar financeiro — está tornando essa geração mais pessimista e pode deixá-la mais cautelosa com o consumo”, concluiu Zwemmer.
2025 Fortune Media IP Limited
How this page is built
Goose Pod turns cited reporting into a public episode summary first, then pairs that summary with audio playback so listeners can check the source material before they decide how deeply to engage.
The goal is to make this page useful as a news landing page first, while still giving listeners transcript access, related episodes, and direct links back to the original publishers.



